Nesse processo de construção de um eu pessoal e profissional, pude perceber também que, para falar de saúde, é essencial que os veículos de informação e prestação de serviços sejam espaços que gerem identificação com a população.
Com isso, nasceu a vontade de materializar, por meio de uma ilustração, as tantas coisas que me habitam. Fujo, por escolha, de uma representação realista e exploro a beleza do abstrato — um convite a abraçar a existência da realidade presente em cada interpretação, conforme os olhos que a enxergam.
Dando vida a essa ideia por meio do corpo, o abrigo do ser, que inicialmente é ele quem nos concede sustentação ao sentir-se vivo. tão nosso, mas também tão apontado socialmente.
— Nosso corpo tem sido realmente nosso?
A partir disso, decidi habitar com mais afinco o campo da escrita. Acredito que a palavra é uma das suturas da vida — por isso, tenho espalhado meus escritos por alguns lugares, como na minha newsletter. Nesse espaço, costuro aquilo que me atravessa, enquanto minha carne se mantém viva. Literatura, vivacidade e psicanálise.